Eu só quero um cigarro
e que a louça se lave
sozinha.
Eu só quero um piano
que se toque sozinho.
Eu só quero um pouco
de silêncio e um
pouco de companhia.
Ao meu redor, dezenas de
pessoas vazias, já estou
cheio.
Os olhos que eu já chamei
de preciosos, formam
frases que eu já cansei de ler.
Milhares de sonhos descendo à
terra, durante a noite e o brilho
que nasce não é mais você.
O tempo se vai através de meses
e anos.
Não importa quanto tempo se passe
eu continuarei orando.
Não quero perder mais nada
no meu oceano de memórias.
Então, eu me pergunto:
Por quê?
Até mesmo o passaporte que levava às
suas memórias está corrompido.
E então o garoto caí no sono;
E a chama queima dentro de sua
respiração, como uma doce folha
que segue flutuando em uma onda.
São os seus sonhos.
Preste atenção na minha voz.
Pois agora que perdi o sol,
começarei a lutar pela lua.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Ben.
Eu quero viajar
para um lugar onde eu não conheça
nada nem ninguém.
Comigo apenas uma roupa
social, um maço de cigarros pela
metade no bolso da frente e
um isqueiro preto.
Dinheiro o suficiente
apenas para pedir uma dose
de whisky falsificado
em um bar qualquer.
Um carro com o tanque cheio e
uma garota com os lábios vermelhos
retocando a maquiagem
no banco do passageiro.
Sem destino ou hora pra voltar,
sem compromissos ou
coisas pra se lembrar.
Nada dos mesmo olhos
tristes, nada de melancolia.
Apenas a liberdade por si só.
Não pelo direito de ir e vir,
sim por quebrar as correntes
que prendem as nossas mentes.
para um lugar onde eu não conheça
nada nem ninguém.
Comigo apenas uma roupa
social, um maço de cigarros pela
metade no bolso da frente e
um isqueiro preto.
Dinheiro o suficiente
apenas para pedir uma dose
de whisky falsificado
em um bar qualquer.
Um carro com o tanque cheio e
uma garota com os lábios vermelhos
retocando a maquiagem
no banco do passageiro.
Sem destino ou hora pra voltar,
sem compromissos ou
coisas pra se lembrar.
Nada dos mesmo olhos
tristes, nada de melancolia.
Apenas a liberdade por si só.
Não pelo direito de ir e vir,
sim por quebrar as correntes
que prendem as nossas mentes.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Blue bird.
Esta canção é diferente.
É diferente pois é escrita
com o sangue da gente.
Não é apenas algo que vi,
ou algo que ouvi,
é algo que vivi.
Esta canção fala sobre
fervor, fala sobre
amor.
Mas não é uma canção romântica,
não é uma música melódica.
Não são só sentimentos, não
é apenas cigarro com vodka.
Uma canção mais
falada, menos cantada.
Uma canção que expressa
tudo, sem dizer nada.
Uma canção de tantos
adjetivos, redigida por um
escritor pouco arrependido.
Uma canção de tempo gasto, de
tempo perdido.
Esta canção fala sobre astrologia,
psicologia. Esta canção fala sobre sexo,
esportes, drogas, mulheres, carros e
histórias. Esta canção é uma viagem só
de ida, que conta como é a vida.
Então é melhor
eu parar a explicação
e ir direto para o refrão.
O refrão fala sobre um pássaro,
um pássaro todo azul.
Um pássaro que vivia numa
gaiola pequena demais e
sempre clamou por liberdade, sempre
clamou por
paz.
E finalmente ele mesmo
abriu a porta que
estava destrancada o tempo
inteiro e
disse que iria voar
até se cansar, disse
que ia parar em
qualquer coqueiro e
e viver por lá.
Ele só quer um lugar para
ficar e um céu para olhar.
Pois as estrelas que ele via
dentro de sua gaiola
já se cansaram de brilhar.
Ele já se cansou de ouvir pessoas
chorando e se cansou
de limpar a ferrugem que vinha
se acumulando.
Já cansou de gente ignorante e
de sentir o cheiro de sangue.
Já cansou de obedecer os outros e
cantar, já cansou de dizer o quão alto
podia voar.
Então me diga pássaro azul.
Para que este lindo par de asas
se você não pode voar?
...
Onde ele foi?
É diferente pois é escrita
com o sangue da gente.
Não é apenas algo que vi,
ou algo que ouvi,
é algo que vivi.
Esta canção fala sobre
fervor, fala sobre
amor.
Mas não é uma canção romântica,
não é uma música melódica.
Não são só sentimentos, não
é apenas cigarro com vodka.
Uma canção mais
falada, menos cantada.
Uma canção que expressa
tudo, sem dizer nada.
Uma canção de tantos
adjetivos, redigida por um
escritor pouco arrependido.
Uma canção de tempo gasto, de
tempo perdido.
Esta canção fala sobre astrologia,
psicologia. Esta canção fala sobre sexo,
esportes, drogas, mulheres, carros e
histórias. Esta canção é uma viagem só
de ida, que conta como é a vida.
Então é melhor
eu parar a explicação
e ir direto para o refrão.
O refrão fala sobre um pássaro,
um pássaro todo azul.
Um pássaro que vivia numa
gaiola pequena demais e
sempre clamou por liberdade, sempre
clamou por
paz.
E finalmente ele mesmo
abriu a porta que
estava destrancada o tempo
inteiro e
disse que iria voar
até se cansar, disse
que ia parar em
qualquer coqueiro e
e viver por lá.
Ele só quer um lugar para
ficar e um céu para olhar.
Pois as estrelas que ele via
dentro de sua gaiola
já se cansaram de brilhar.
Ele já se cansou de ouvir pessoas
chorando e se cansou
de limpar a ferrugem que vinha
se acumulando.
Já cansou de gente ignorante e
de sentir o cheiro de sangue.
Já cansou de obedecer os outros e
cantar, já cansou de dizer o quão alto
podia voar.
Então me diga pássaro azul.
Para que este lindo par de asas
se você não pode voar?
...
Onde ele foi?
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