Andei ouvindo verdades
que eu não gostaria de ouvir, mas
vou continuar rezando as
mesmas mentiras.
Andei ouvindo palavras
soltas e vazias e
transformei todas numa
verdade que nunca,
nunca vai existir.
Andei ouvindo aquela música, mas
não foi bem culpa minha e
no final, nem valeu
tanto a pena assim.
Andei espirrando muito,
na noite passada e na anterior e
acho que é porque há pessoas
falando ou pensando em mim.
Mas eu estou triste, pois
vejo seu rosto em vários lugares e
não consigo aceitar
esse tal de amor e poxa,
você estragou mais uma, sendo que
eu pedi pra você não estragar.
Mas eu estou feliz, pois
o meu cansaço me deixa com esse rosto,
que agora aparece,
com um tom sereno e
calmo.
E o cansaço foi ganho depois de
eu ter sentido um orgulho muito,
muito forte quando
jogávamos na chuva e
a chuva era densa e
pesada, fria e
os pingos machucavam a minha pele, mas
valeu cada sentimento que senti, que
não andava sentindo.
Poderia escrever mais meio
milhão de coisas,
mas eu estou com sono, então
encerro esse texto com a memória dos
gemidos no porta-malas e
um abraço pra guria do cabelo
com vontade própria.
domingo, 10 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
A casa do sol poente.
A luz do corredor
está amarela e
alaranjada ao mesmo tempo e
com a chuva que cai lá fora
me lembro de dias
que eu até gosto de lembrar.
E o meu carro anda bebendo
todo álcool que eu
não posso beber e
eu acho que já gastei dois tanques e meio
em menos de um mês.
Tenho ficado com sono
ainda as nove da noite e
ontem mesmo dormi beijando
a parede.
Minha cara de sono agora
completa o resto do rosto
ou do que sobrou por trás da barba e
esta que me deu um ótimo amigo
ainda ontem, que me
deu de presente uma
arma apontada na cara e
isto tudo a troco de nada.
Minha voz está mais firme e
esta deu poder a um garoto
de voz pouco firme, mas
se você quer mesmo saber
talvez eu tenha errado desde
a primeira linha.
Por mais que eu ande correndo,
parece que não saio do lugar
desde sempre.
Ontem, quando eu estava
escondido atrás da porta
pensei no quanto eu já
tinha mentido pra mim mesmo
e fiquei meio triste.
Ontem, quando eu estava
escondido atrás das cobertas
pensei no quanto eu tinha medo
e mentia não ter e
fiquei com mais medo do que
sempre.
Deixei de sonhar coisas perfeitas e
agora sonho com coisas imperfeitas e
coisas mais imperfeitas acontecem de verdade.
Tudo o que venho sendo
pensando e dizendo
andam até me fazendo um
certo mal, meu egoísmo e
o narcisismo corroem
os meus elos.
E o único tempo é imperfeito e
a única coisa que me satisfaz é
ver os doutores sem
doutorado
gastarem todas suas filosofias de bêbados enquanto
estão sóbrios.
Diga a eles
para não fazerem as coisas que eu faço
diga a eles para
gastarem a vida
de um jeito sério
diferente de mim.
Sei de tudo e
tudo que sei me
lembra de querer saber
do que adianta toda essa perfeição se
as cores das rosas que eu
comprei não agradam.
Talvez eu deva parar
de me rebaixar tanto por algo
que eu nem quero tanto assim
e esperar até que a hora
que nunca chega
chegue.
Muitas coisas mudaram
desde então, mas parece que o
escritor dessa história é
só mais um chato.
Muitas coisas mudaram
desde então, mas parece que o
protagonista é muito para
um papel tão fácil.
A luz do corredor
está amarela e
alaranjada ao mesmo tempo e
com a chuva que cai lá fora
me lembro de dias
que até gosto de lembrar.
está amarela e
alaranjada ao mesmo tempo e
com a chuva que cai lá fora
me lembro de dias
que eu até gosto de lembrar.
E o meu carro anda bebendo
todo álcool que eu
não posso beber e
eu acho que já gastei dois tanques e meio
em menos de um mês.
Tenho ficado com sono
ainda as nove da noite e
ontem mesmo dormi beijando
a parede.
Minha cara de sono agora
completa o resto do rosto
ou do que sobrou por trás da barba e
esta que me deu um ótimo amigo
ainda ontem, que me
deu de presente uma
arma apontada na cara e
isto tudo a troco de nada.
Minha voz está mais firme e
esta deu poder a um garoto
de voz pouco firme, mas
se você quer mesmo saber
talvez eu tenha errado desde
a primeira linha.
Por mais que eu ande correndo,
parece que não saio do lugar
desde sempre.
Ontem, quando eu estava
escondido atrás da porta
pensei no quanto eu já
tinha mentido pra mim mesmo
e fiquei meio triste.
Ontem, quando eu estava
escondido atrás das cobertas
pensei no quanto eu tinha medo
e mentia não ter e
fiquei com mais medo do que
sempre.
Deixei de sonhar coisas perfeitas e
agora sonho com coisas imperfeitas e
coisas mais imperfeitas acontecem de verdade.
Tudo o que venho sendo
pensando e dizendo
andam até me fazendo um
certo mal, meu egoísmo e
o narcisismo corroem
os meus elos.
E o único tempo é imperfeito e
a única coisa que me satisfaz é
ver os doutores sem
doutorado
gastarem todas suas filosofias de bêbados enquanto
estão sóbrios.
Diga a eles
para não fazerem as coisas que eu faço
diga a eles para
gastarem a vida
de um jeito sério
diferente de mim.
Sei de tudo e
tudo que sei me
lembra de querer saber
do que adianta toda essa perfeição se
as cores das rosas que eu
comprei não agradam.
Talvez eu deva parar
de me rebaixar tanto por algo
que eu nem quero tanto assim
e esperar até que a hora
que nunca chega
chegue.
Muitas coisas mudaram
desde então, mas parece que o
escritor dessa história é
só mais um chato.
Muitas coisas mudaram
desde então, mas parece que o
protagonista é muito para
um papel tão fácil.
A luz do corredor
está amarela e
alaranjada ao mesmo tempo e
com a chuva que cai lá fora
me lembro de dias
que até gosto de lembrar.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Eu de, novo eu.
As brigas e as guerras
eu esqueci
as desavenças e
o mal humor eu acabei deixando
pra trás.
Busquei em mim
a confiança
no ser que eu podia ser.
Busquei nos outros
o que tinham para me oferecer,
me afastei de dúzias.
E agora estou livre,
estou numa queda livre,
estou caindo livremente.
Virei um monstro que
cria monstros que
devoram monstros.
Passei por um caminho difícil,
cheio de brasas, mas que
nunca vou esquecer.
As suas analogias e as
suas falas, eu
nem quero tentar entender.
Tudo que eu tocar virará verdade
e tudo que eu quiser
virará realidade.
Um ser que
se diz a semelhança ao divino, mas ainda
tem uma certa queda por esquilos
e gatos.
Mas eu te disse e
agora minha palavra é
lei.
Uns cigarros muito fortes e
eu não minto que estou
muito tonto.
Uns feitos
esquecíveis e eu
minto que não estou
orgulhoso.
Ainda tinha a roda,
a sobra da janta,
um banho a ser tomado e
um suco de maracujá.
Ainda tinha sono,
ainda tinha sentimentos,
ainda tinha o cansaço e
ainda tinha vontade de gritar umas coisas
que não podia.
Eu chorei no meu
não tão doce novembro
mas agora
parece que não consigo
parar de sorrir.
E o meu sorriso parece que,
tende a atrair coisas
que me fazem sorrir.
A raposa,
o maço,
os poucos que sobraram
e só a ideia de
você nos meus braços
já valem os sorrisos
que não tendiam a aparecer tanto.
Acho que esse
bem-estar
é o que alguns
chamam de felicidade e eu
estou apenas começando.
eu esqueci
as desavenças e
o mal humor eu acabei deixando
pra trás.
Busquei em mim
a confiança
no ser que eu podia ser.
Busquei nos outros
o que tinham para me oferecer,
me afastei de dúzias.
E agora estou livre,
estou numa queda livre,
estou caindo livremente.
Virei um monstro que
cria monstros que
devoram monstros.
Passei por um caminho difícil,
cheio de brasas, mas que
nunca vou esquecer.
As suas analogias e as
suas falas, eu
nem quero tentar entender.
Tudo que eu tocar virará verdade
e tudo que eu quiser
virará realidade.
Um ser que
se diz a semelhança ao divino, mas ainda
tem uma certa queda por esquilos
e gatos.
Mas eu te disse e
agora minha palavra é
lei.
Uns cigarros muito fortes e
eu não minto que estou
muito tonto.
Uns feitos
esquecíveis e eu
minto que não estou
orgulhoso.
Ainda tinha a roda,
a sobra da janta,
um banho a ser tomado e
um suco de maracujá.
Ainda tinha sono,
ainda tinha sentimentos,
ainda tinha o cansaço e
ainda tinha vontade de gritar umas coisas
que não podia.
Eu chorei no meu
não tão doce novembro
mas agora
parece que não consigo
parar de sorrir.
E o meu sorriso parece que,
tende a atrair coisas
que me fazem sorrir.
A raposa,
o maço,
os poucos que sobraram
e só a ideia de
você nos meus braços
já valem os sorrisos
que não tendiam a aparecer tanto.
Acho que esse
bem-estar
é o que alguns
chamam de felicidade e eu
estou apenas começando.
Assinar:
Postagens (Atom)